CHS2 da SAJ brilha na Intersolar South America 2025: inovação híbrida para a transição energética do Brasil
SAJ concluiu com sucesso sua participação na Intersolar South America 2025, o evento de energia solar mais importante da América Latina, realizado em São Paulo, Brasil. A empresa aproveitou a oportunidade para celebrar seu 20º aniversário e apresentar seu Sistema Híbrido de Armazenamento de Energia All-in-One, CHS2, que integra funções essenciais como geração, conversão, armazenamento e utilização de energia.
Durante o evento, a Review Energy entrevistou André Vieira Valvezan, Country Manager da SAJ Electric no Brasil, que enfatizou que o CHS2 “é uma solução muito completa que permite uma aplicação simples em diferentes cenários, até mesmo os mais exigentes.”
Ele também destacou a rapidez e a flexibilidade de instalação do sistema: “Ele já vem totalmente montado, então o integrador só precisa conectar AC e DC, e o sistema está pronto para operar. Além disso, sua configuração permite escolher a fonte a partir da qual carregar as baterías, seja solar, rede elétrica ou gerador a diesel. Também é possível conectar várias unidades em paralelo e integrá-las à rede existente.”
Outro ponto-chave ressaltado por Vieira foi o suporte ao cliente durante o comissionamento, garantindo que os usuários finais recebam o retorno esperado sobre seu investimento.
Em termos de desempenho, o CHS2 foi projetado para superar expectativas. Com uma corrente de string de 22,5 A, ele é compatível com módulos fotovoltaicos de alta potência (210) e suporta até 200% de oversizing em PV, oferecendo escalabilidade e maior captura de energia.
No quesito segurança, o CHS2 estabelece um alto padrão. Ele inclui AFCI (Arc Fault Circuit Interrupter) para prevenir riscos de incêndio, diagnósticos centrais de integridade, detecção de CO e de incêndio, além de supressão de fogo em nível de gabinete. Também incorpora SPD Tipo II tanto em AC quanto em DC, fornecendo proteção abrangente contra surtos.
CHS2: eficácia comprovada em todo o mundo
O sistema já demonstrou resultados sólidos globalmente, com mais de 1.500 unidades instaladas e uma capacidade total superior a 75 MWh.
Na Itália, uma granja avícola expandiu seu sistema solar para 300 kW com 100 kWh de armazenamento. Na Eslovênia, uma fábrica de componentes metálicos implementou 10 unidades CHS2 (500 kW / 1 MWh) para otimizar o consumo com base em preços dinâmicos de eletricidade. Na África do Sul, cinco sistemas estão abastecendo um terminal de ônibus e carregadores de veículos elétricos de 180 kW.
Em Tenerife, Espanha, o CHS2 possibilitou transições perfeitas entre operação on-grid e off-grid. No Paquistão, garantiu fornecimento ininterrupto a um hospital. No Líbano, reduziu em 80% a dependência de geradores a diesel em um edifício comercial. E na Holanda, tornou-se o maior projeto de armazenamento de energia no setor educacional do país.
Diferenciais no mercado
Questionado sobre a concorrência em soluções híbridas, Vieira destacou que o CHS2 é um sistema completo: em uma única solução, os clientes encontram tudo o que precisam, pronto para instalação.
“Eu acredito que nenhum outro fabricante oferece uma solução tão completa, funcional, segura e robusta, com suporte técnico tão qualificado disponível aos clientes aqui no Brasil,” disse ele.
Ele acrescentou que não houve qualquer adaptação feita para “tropicalizar” ou reduzir custos para o mercado local. “A mesma solução que entregamos a mercados altamente exigentes, como Alemanha, outros países europeus ou alguns mercados asiáticos, é a que trazemos para o Brasil. Porque entendemos que os cenários e necessidades são muito semelhantes. Então, o melhor que temos no mundo também é o que entregamos aqui.”
Desafios no mercado brasileiro
Desde sua chegada em 2013, a SAJ consolidou sua presença no Brasil. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a empresa ocupou a quarta posição em sistemas de armazenamento instalados em 2024.
Embora essa posição competitiva reflita um crescimento acelerado, Vieira enfatizou a importância de um marco regulatório sólido e da segurança jurídica para atrair investimentos de longo prazo.
“A rede elétrica brasileira tem vários gargalos. E para realmente impulsionar uma solução tão importante quanto essa, é essencial ter um marco regulatório e, além disso, segurança jurídica. Os investidores precisam ter confiança de que, no curto e médio prazo, as regras do jogo não vão mudar,” concluiu.
Assista à entrevista completa aqui:





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